É... FAZER A NOSSA VONTADE É TUDO DE BOM!

“... faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu...” Mateus 6.10

 

 

 

Rev. Nelson França

 

 

É uma satisfação podermos fazer as coisas que nos agradam, estar inseridos na profissão que nos dá prazer, morar no bairro e casa que nós mesmos escolhemos; enfim, fazer a nossa vontade é tudo de bom.

Desde que nascemos queremos viver nessa dimensão.

Percebemos isto nas reações das crianças quando são contrariadas. Elas choram, gritam, esperneiam; às vezes se tornam até agressivas, passam horas inconformadas por não conseguirem o que desejavam.

É … fazer a nossa vontade é tudo de bom!

O problema é que a vida é repleta de contrariedades. Por vezes nos vemos envolvidos por situações que não se constituem exatamente no que desejávamos.

O nosso convívio, pelo menos pacífico, com tais situações, dependerá em grande parte da nossa disposição pessoal de adaptação a elas.

Esta adaptação, pode nos ter sido ensinada na infância, quando mesmo sob os nossos mais expressivos protestos, os nossos pais nos disseram: não. Como também na adolescência, quando em meio às mazelas e rebeldias, nos fizeram compreender que as coisas na vida nem sempre, ou muitas vezes não são como desejamos.

Outra forma de aprendermos esta adaptação às condições indesejáveis que a “vida” pode vir a nos impor é a nossa submissão à força dos fatos; ou seja, a conclusão sensata de que as reações em nada ajudarão diante de uma realidade cuja mudança está fora do nosso alcance.

Mas há ainda outras formas de lidar com o que não gostamos como por exemplo, “trocar as lentes”. Isto é, olhar diferente para a situação, mudar o nosso ângulo de visão acerca dos fatos. Descobrir as oportunidades e recursos positivos que tal dificuldade pode oferecer; e, creia, sempre pode!

Como já nos ensinou o Presbítero José Luis com suas estórias e histórias, se a “vida” lhe deu um limão azedo, faça dele uma limonada.

Mas saiba, infelizmente é possível que não aprendamos nada no convívio com as coisas que não gostamos. E, assim, a nossa vida se resumirá em lamentos de infelicidades e frustrações. Haverá estagnação espiritual e ausência de maturidade cristã.

Realmente fazer a nossa vontade é tudo de bom. Mas creia que, muito, mas, muito melhor mesmo que isso, é o feliz sentimento de descobrir que é possível desfrutar de satisfações com algo ou situações que a princípio nos eram inaceitáveis.

Para isso é necessário humildade, maturidade, sabedoria e uma pitada de resignação.

 

 

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          

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