“... PROTEGI-OS E NENHUM DELES SE PERDEU...”.(João 17:12)                                                    

Nelson França

Trata-se de um trecho da “oração sacerdotal”. Nessas poucas palavras percebemos o amor e o cuidado de Jesus para com os discípulos. Aliás, cuidado esse, que se estende até nós. Ao lermos os evangelhos, notamos que Jesus expressou o seu cuidado de variadas formas.  Ele protegeu os seus discípulos de erros, através dos seus ensinos; da fome, ao providenciar o alimento; de acidentes, como quando acalmou a tempestade no Mar da Galiléia; do pecado, através de seu exemplo e exortações diversas; de ataques de Satanás, intercedendo ao Pai, como no caso de Pedro; do desgaste físico, como quando os conduziu à parte para se alimentar e descansar. Enfim, num ato ainda maior de sacrifício e amor imensuráveis, ele se entregou pelos seus, dando a sua própria vida, e, sofrendo a condenação eterna que pesava sobre eles. Portanto, quando Jesus declara ao Pai que os protegeu e nenhum deles se perdeu, não podemos nem sequer imaginar o preço real que esta proteção significou para ele.  Isto deveria nos levar a analisar as nossas vidas no sentido de como devemos nos proteger uns aos outros. É triste notar como esse cuidado parece não se fazer presente no coração de muitos cristãos; líderes ou não.  Por vezes, em nome dos nossos direitos; pontos de vista, sucesso do ministério, estatísticas, pouco importamos se as nossas palavras, atitudes e reações afetarão a fé de nosso irmão.  O fato é que muitos, revestidos da sua própria razão, deixam de cuidar do que é mais importante para Jesus: o seu irmão.  Protege-lo para que não se perca, não é dever exclusivo do pastor, presbítero, diácono, professor, mas, de todos nós.  Agir diferente, é agir como Caim, que ao ser questionado por Deus acerca de Abel respondeu: “Não sei, acaso sou tutor de meu irmão?”.

Ao contrário dessa atitude, infelizmente não rara entre os cristãos, Jesus, em seu cuidado com os seus, os protegeu para que nenhum se perdesse.  É verdade que nem sempre somos bem sucedidos. Jesus, por exemplo, chorou diante da rejeição de Jerusalém. E nós, que temos feito quanto a isto? Será que as nossas palavras, atitudes e reações têm protegido ou afetado o nosso irmão(ã) na sua fé? 
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   
                                                                                       

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